sexta-feira, 4 de abril de 2014

O Ministério da Saúde,por meio do Programa Nacional de Imunização estabelece o Calendário Nacional de Vacinação contra o HPV ( papilomavírus humano, no Sistema Único de Saúde (SUS), para as adolescente de 11 a 13 anos de idade. Estimativas mundiais apontam aproximadamente 530 mil casos novos e 275 mil mortes por câncer do colo do útero ao ano,sendo 88% desses óbitos em países em desenvolvimento. No mundo, se constitui como segunda causa de morte por câncer entre mulheres. A vacinação para prevenção do HPV representa potencial para reduzir a carga de doença cervical e lesões percursores do câncer. A estratégia de vacinação proposta pelo Ministério da Saúde prevê a ação de vacinação nas escolas públicas e privadas baseadas na listagem de alunas matriculadas na instituição de ensino.

domingo, 27 de janeiro de 2013

O Governo Federal em parceria com os Governos Estaduais e Municipais desenvolvem o projeto de inclusão digital que é uma das formas de garantir o exercício da cidadania, mas para que ocorra a inclusão é necessário que pelo menos mais da metade da população do pais tenha computador ou acesso a internet. Infelizmente, os dados estatísticos contrariam essa realidade. Segundo Andrea Ramal, no Brasil, cerca de 13% da população têm acesso ao computador, quantitativo que coloca o pais no 43º lugar no índice para medir o avanço tecnológico. Embora haja centros de informática e telecomunicação e informatização na maioria dos serviços prestados pelas esferas do governo e outros setores, a maioria da população não tem como acessá-los. Criando um grande paradoxo. A Educação se depara com o mesmo problema. Faz-se necessário o acesso às tecnologias, mas as escolas não têm computadores suficientes ou não têm computadores. Nas regiões Norte e Nordeste o problema se agrava devido às características socioculturais e econômicas. Somente 5% das escolas públicas brasileira fazem parte da infoinclusão. A solução do problema esta nas políticas publica para inclusão digital, nos cursos de treinamento e aperfeiçoamento, a exemplo do curso de mídias digitais através do NTE do Estado da Bahia, os telecentros, entre outros.

domingo, 4 de março de 2012

Programa Saúde na Escola

Ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Educação lançam a partir do dia 05 de março de 2012, o Programa Saúde na Escola (PSE). o Programa tem como objetivo o Monitoramento e Avaliação da Saúde dos Estudantes: (crianças, adolescentes e jovens que estão na escola pública) É uma ação multiprofissional de saúde. Os estudantes serão submetidos a exames oftalmológicos, dentários e acompanhamento nutricional.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Cigarro na Adolescência

Nove em cada dez adultos que fumam iniciaram o vício bem antes dos 18 anos.

Os dados do Ministério da Saúde são de deixar os pais de cabelo em pé. Seis em cada dez crianças entre 10 e 14 anos já deram suas tragadas. Nessa faixa etária, o número das que fumam diariamente chega a 400 mil. Somando todos os jovens em idade escolar, ou seja, entre 10 e 18 anos, cerca de 3 milhões.

Na adolescência, ocorre a fase das dúvidas, das transformações e da necessidade de aceitar a si mesmo e de ser aceito pelos outros, e o cigarro é usado para superar esta fase conturbada. A maioria dos fumantes começa a fumar entre 13 e 16 anos, pois é neste período que muitos adolescentes começam a buscar no cigarro um apoio para momentos de dificuldade, para superar a timidez e conflitos de relacionamento, enfrentar as mudanças, pressões e exigências e, ainda, para buscar a própria independência ou pela simples imitação de comportamento.

Um cigarro contém mais de 350 substâncias químicas nocivas dos quais mais de 35 são cancerígenos. O tabagismo é responsável por 30% das mortes por câncer em geral, 90%
das que ocorrem por tumores de pulmão e 25% das provocadas por infarto e derrame.

Se o melhor amigo de seu filho é um fumante, em seguida, o adolescente é 13 vezes mais propenso a fumar. Se qualquer um dos pais fuma, seus adolescentes são duas vezes mais propensos a fumar. Conforme o levantamento, em 2001, 69,4% adolescentes que fumam nunca foram convidados para a prova de idade, quando comprou cigarros de uma loja.

Mais chocante, de acordo com a mesma pesquisa, 62,4% adolescentes não foram impedidos de comprar cigarros, mesmo que o dono da loja soubesse que eles ainda não tinham 18 anos.

Tanto os pais quanto os educadores enfrentam um dilema: como abordar esse assunto sem chatice ou, como diriam os jovens, sem caretice. Dizer simplesmente um não bem redondo ou, pior, ameaçá-los caso insistam no hábito tem efeito contrário, adianta o oncologista José Clemente Linhares, do Instituto de Oncologia do Paraná, em Curitiba. Segundo ele, é possível tratar essa questão pesada de uma maneira leve.
Ele e um grupo de teatro escreveram uma peça sobre o tema que já foi apresentada a mais de 15 mil adolescentes de escolas públicas, particulares e outras instituições.

A encenação mostra o que nos faz procurar o cigarro e explica que devemos ser mais fortes do que a influência dos amigos ou da mídia, resume. Depois da apresentação os jovens debatem o assunto e escrevem depoimentos com sua opinião.

Participar efetivamente da vida dos filhos e isso significa, entre outras coisas, acompanhar de perto seu desenvolvimento e conhecer bem seus amigos ajuda a afastar o cigarro de casa. Em geral os estudantes passam a fumar porque precisam sentir que fazem parte do grupo, sobretudo se a maior parte da turma já dá suas tragadas.

Fonte: Revista Saúde - Editora Abril

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

BULLYING NAS ESCOLAS

    
          Sem equivalência na lingua portuguesa, bullying é um termo ingles utilizado para desiginar a práitca de atos agressivos. Apelidos como "rolha de poco", "baleia", " quatro olhos", " vara pau" entre outros e atitudes como chutes, empurrões e puxões de cabelo, que são considerados por alguns como brincadeiras próprias da idade, são atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente e que caracterizam o chamado fenômeno Bullying, que ocorre com muita frequência nas Escolas. 
          Entre os meninos, os tipos de vitimação são de cunho físico. Ainda que não efetivada a agressão, os agressores costumam ameaçar, meter medo em suas vítimas. Já as meninas agressoras  costumam espalhar rumores mentirosos, ou ameaçarem e espalharem segredos para causar mal estar.
          As ameaças podem vir acompanhadas de extorção, chantagem para obter dinheiro. sobretudo com alunos de 6º e 7º ano.
          As consequências do bullying na escola são isolamento, a queda do rendimento escolar, baixa alta estima, depressão e pensamentos de vingança.
          Estudos mundiais revelam que 5% a 35% dos alunos estão envolvidos nesse tipo de comportamento . No Brasil, alguns estudos demonstram que esses indices chegam  a 49%.
          O Bullyng pode ocorrer tambem entre alunos e professores. Inclusive alguns alunos, além de agredir física e verbalmente seus professores na escola, criam perfis em sites de relacionamento visando ridicularizá-los ainda mais. Em contra partida alguns professores utilizam o recurso avaliação para punir e alienar seus alunos. 
         Com avanços da tecnologia, o bullying tomou outros formas de manifestação. Passou a fazer parte da internet e ganhou força. A nova pratica recebeu o nome de Cyberbullying e se infiltou em correios eletronicos, blogs. Orkut, Msn, etc.O agressor nese caso, muitas vezes escondido atrás de um apelido, dissemina sua raiva e felicidade enviando mensagens ofensivas a outras pessoas. Em muitos casos, ele exibe fotos compremetedoras, altera perfil das vítimas e incita terceiros a reforçar o ataque. O único proposito é humulhação da vitima e isolamento daquele que é considerado mais fraco ou diferente.
      A partir do momento que o Bullying passa a ser praticado independentimente de quem sejam seus protagonistas, ele gera situações de violência que pode se estender por toda sociedade. É necessário que todos os envolvidos no processo educacional estejam atentos a este vilão que permeia a educação do século XXI e elaborem planos de ação em que valores como respeito, amor companherismo e cidadania sejam constantemente abordados. Precisamos abolir de nossas escolas esse comportamento repreensivo que é o Bullying.

http://www.infoescola.com/sociologia

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O que é ser cidadão?
      A palavra cidadania tomou conta do nosso cotidiano. Ela está presente No discurso de políticos, educadores, lideres comunitários, organizações não governamentais, nos jornais, rádio e televisão.
       Isso pode significar uma mudança de mentalidade que contribui para construção de uma sociedade brasileira mais justa e democrática, mas também pode resultar na banalização da palavra, esvaziando seu verdadeiro significado.

Participação Social: não fique de braços cruzados
       Os direitos como conhecemos hoje não surgiram do nada. Ao contrário, são resultado de muitas lutas de outras gerações e, mesmo com as Constituições denominadas modernas e democráticas, ainda é preciso lutar para que os direitos expressos nas leis sejam efetivamente cumpridos na vida cotidiana.
       Portanto, o exercício da cidadania pressupõe o comprometimento coletivo. Se existe um problema na rua, no bairro ou na escola, não se pode esperar a solução de braços cruzados, simplesmente porque existe o direito garantido por lei. É preciso organizar, reivindicar, buscar soluções, pressionar os órgãos governamentais competentes, pois participar da vida publica significa assumir o lugar de quem interfere é co-responsável pelo rumo da historia de sua coletividade.

Texto original: Mauricio Érnica, Alexandre Isaac e Romilda Machado
Edição: Equipe EducaRede